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6 pontos fortes da corrida de um atleta de elite

 

O que diferencia um corredor de elite, em termos de movimento, daqueles que largam em um pelotão mais atrás? Além da velocidade, da capacidade cardiorrespiratória e do volume de treinamentos, os atletas profissionais correm de uma forma mais econômica e eficiente para corpo. Com uma boa orientação e treinamento é possível melhorar a sua performance, não importando sua categoria. Veja, a seguir, as principais diferenças entre corredores profissionais e amadores e os pontos onde você deve focar para se destacar:

 

1. Aterrissagem do pé

Profissionais aterrissam com o meio do pé e não com o calcanhar. O pé toca o chão praticamente paralelo ao solo e próximo ao tronco. Amadores normalmente aterrissam o pé muito a frente do corpo, o que aumenta a sobrecarga nas articulações.

 

2. Extensão do quadril

Atletas de elite impulsionam o corpo colocando a perna bem para trás, com uma grande extensão de quadril. Corredores amadores movem as pernas de uma maneira menos ampla e, em geral, colocam a perna mais para frente do que para trás, o que diminui a eficiência da corrida.

 

3. Inclinação do corpo

Uma leve inclinação do corpo para frente facilita a obtenção de maior velocidade. Correr com o corpo para trás é correr freando o tempo todo.

 

4. Cruzamento das pernas

Muitos corredores não profissionais cruzam a perna na frente do tronco durante a corrida. É um movimento discreto, mas que reduz a eficiência da corrida, além de prejudicar as articulações e aumentar o risco de lesões, como a síndrome do trato iliotibial.

 

5. Rotação do tronco

A rotação do tronco de um lado para o outro em corredores profissionais é pequena durante a corrida. Os braços é que se movem mais, complementando o movimento do tronco. É comum observar em amadores que o braço fica parado e é o tronco que gira de um lado para o outro. Esse padrão desperdiça energia e pode trazer problemas para a coluna.

 

6. Movimento vertical

A corrida deve ser para frente. Correr pulando aumenta o impacto do corpo com o chão e desperdiça energia. Profissionais se deslocam para cima o mínimo necessário.

 

Às vezes, após treinos e mais treinos, você não consegue atingir o seu objetivo, pois o que pode estar faltando é uma mãozinha da biomecânica. Esse padrão não é um privilégio de profissionais. Todos são capazes de aprender e treinar um estilo de corrida mais eficiente e seguro e, assim, evoluir na sua prática esportiva.

 

Matéria publicada originalmente no Eu Atleta em http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2013/09/conheca-diferenca-entre-atleta-de-elite-e-amador-para-melhorar-desempenho.html

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